NOTA DE ESCLARECIMENTO

1. Quando verdadeira, a notícia lastreada em supostos conteúdos de investigação é um furo jornalístico. Quando falsa, uma furada. A reportagem de Veja desta semana, envolvendo o Grupo Pólis, é uma furada.

2. É perda de tempo procurar caixa 2 na Pólis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos. Por receber os recursos oficialmente, parte dos quais se transforma em tributos, a Pólis não oferece descontos. No mercado, tem fama de ser “careira”. Na área de marketing político é a empresa que mais paga impostos no Brasil.

3. Pela lei brasileira, os pagamentos aos fornecedores de uma campanha política devem vir da conta oficial do partido, aberta especificamente para aquele fim. A Pólis conhece e segue essa regra. Todas nossas contas foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e os diversos tribunais regionais onde a Pólis fez campanhas.

4. O Grupo Pólis possui agências autônomas no Brasil, e em outros países. As empresas  funcionam de forma independente, operacional e financeiramente. Não há trânsito de recursos entre elas. Valores recebidos de campanhas brasileiras sempre foram pagos no Brasil, e valores recebidos por campanhas no exterior foram pagos no exterior, seguindo as regras e a legislação de cada país.

5. Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que  jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal.

Sábado, 16 de Janeiro de 2016