SOBRE A PÓLIS

A Pólis Propaganda e Marketing é a mais vitoriosa empresa de marketing político do Brasil e seu presidente e diretor-criativo, o jornalista e publicitário João Santana, um dos profissionais mais respeitados internacionalmente nessa área de atuação.

Com um portfólio que inclui trabalhos em países como Brasil, Venezuela, Angola, República Dominicana, Argentina, El Salvador e Panamá, a Pólis já ajudou a eleger deputados, senadores, prefeitos, governadores e, principalmente, presidentes – foram sete desde 2006 -  um recorde mundial.

Não por acaso, João Santana tem sido convidado a realizar palestras em várias partes do mundo e é frequentemente citado pela imprensa nacional e estrangeira como exemplo de profissional criativo e vitorioso. Em abril de 2013, por exemplo, ele teve um longo e elogioso perfil publicado no The New York Times.

Criada em abril de 2002 por João Santana e a jornalista Mônica Moura, sua parceira na vida pessoal e profissional, a empresa conta, hoje, com escritórios na Argentina (Pólis Argentina), República Dominicana (Polis Caribe), El Salvador (Polistepeque) e Panamá (Polis America). Mais recentemente, para atender a crescente demanda por seus serviços, foi criada a Digital Polis, empresa parceira, dedicada exclusivamente à elaboração de conteúdos para a internet. 

Assista abaixo o clipe com trechos de alguns trabalhos realizados pela Pólis, no Brasil e exterior.

 PRINCIPAIS CAMPANHAS

ARGENTINA/2003 - 2007

A Pólis iniciou a sua trajetória internacional na província e na cidade de Córdoba, a segunda maior da Argentina. Ali, coordenou o marketing político de sete campanhas legislativas, municipais e governamentais, entre 2003 e 2007, vencendo seis delas.  

BRASIL/2006

A primeira campanha presidencial realizada pela Pólis foi a de Luiz Inácio de Lula da Silva, em 2006. Ao final do segundo turno, disputado contra Geraldo Alckmin, Lula seria reeleito com uma votação consagradora: 58 milhões de votos, até hoje um recorde absoluto em eleições brasileiras.

EL SALVADOR/2009

Neste país, a Pólis fez a campanha do jornalista Maurício Funes, da FMLN, grupo combatente que havia se transformado em partido político em 1992 e jamais vencera uma eleição presidencial. Funes venceria por dois pontos de vantagem, colocando um ponto final nos 16 anos de governo da Arena, um dos mais poderosos partidos de extrema-direita da América Latina.

BRASIL /2010

Em 2010, a Pólis foi responsável pela campanha de Dilma Rousseff, que nunca havia disputado uma eleição e era pouco conhecida pela maioria da população. O final dessa história todos conhecem: Dilma obteve 55,8 milhões de votos no segundo turno e tornou-se a primeira mulher eleita para a presidência do Brasil.

REPÚBLICA DOMINICANA/2012

Aqui, a Pólis coordenou a campanha presidencial do economista Danilo Medina, que largou 30 pontos atrás de seu adversário, o ex-presidente Hipólito Mejía. Ao final, Medina venceu com cinco pontos de vantagem e, hoje, seu governo tem um dos melhores índices de aprovação do mundo, na casa dos 90%.

ANGOLA /2012

Na sua primeira incursão na África, a Pólis assumiu a campanha do grande partido de massas do país, o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), liderado pelo presidente José Eduardo dos Santos. Ele seria eleito com 71,84% dos votos naquela que foi a primeira eleição presidencial da história do país.

VENEZUELA/2012

Em 30 de junho de 2011, Hugo Chaves anunciou que estava com câncer e passou a alternar períodos ativos com outros em que se ausentava do país para tratar-se em Cuba. Foi nesse cenário que a Pólis desembarcou em Caracas para uma disputa que seria dura, mas vitoriosa. Chaves bateu o oposicionista Henrique Capriles por 54,42% a 44,97% dos votos.

SÃO PAULO /2012

A campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo foi um dos maiores desafios já enfrentados pela Pólis. As primeiras pesquisas mostravam o candidato do PT com apenas 4% das intenções de voto. Mas Haddad não só foi ao segundo turno, como acabou se elegendo com uma vantagem de onze pontos sobre José Serra.

BRASIL/2014

A campanha presidencial de 2014, também realizada pela Pólis, foi uma das mais acirradas e emocionantes da história brasileira. Dilma Rousseff chegou a ficar em desvantagem durante boa parte do segundo turno, mas cresceu na reta final e acabou vencendo Aécio Neves por pouco mais de 3 pontos de vantagem.